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1 de fevereiro de 2008

gigwise faz lista dos maiores ícones femininos do rock

O Gigwise fez mais uma de suas listas. Desta vez, eles elegeram os 30 maiores ícones femininos do rock. Entraram na lista a Lovefoxxx, Gwen Stefani, Shirley Manson, Karen O e a Kim Gordon, entre outras. Até a Juliette Lewis conseguiu um lugarzinho.

Só tem um porém: acho que a Feist (foto) merecia entrar no bolo também, né?

Para ver a lista completa, é só clicar aqui.

E falando na Feist, aí embaixo tem uma apresentação acústica que ela fez, ontem, no programa francês Le Grand Journal. Acho que ela não aguenta mais tocar essa música, mas tudo bem.

30 de outubro de 2007

um balanço (musical) do tim festival 2007

Visto que os problemas de produção do TIM Festival foram muito bem-descritos por Karen Kopitar, falarei estritamente sobre a parte musical do evento:

SEXTA

Girl Talk - Empolgante. As festas daqui tinham que ser mais assim, DJ e público trocando energia, chegando à catarse coletiva que presenciei por lá. Para dar uma idéia da empolgação do sujeito, seu laptop estava envolto por plástico, para evitar os danos do suor torrencial que caía de seu rosto. Os momentos de rock ou pop cafona eram sempre os que mais me empolgavam - como um riff pode ser icônico, não? A dança era constante, mas os braços iam para o alto nessas horas, especificamente, a cada colagem-surpresa, engatilhando novas ondas de empolgação na platéia.

Lindström - Foi mágico. Sim, dá para ser dançante sem excessos, cacofonia, artifícios baratos. Pena que muita gente não entendeu isso; deviam preferir sirenes à elegância e beleza minimalista do produtor norueguês, e acabaram por deixar de dançar porque a batida não era tão óbvia aos ouvidos. Mas ela estava lá, sim, junto às pequenas melodias, as ascensões e quedas, ao persistente groove, formando uma espécie atmosférica e atemporal de disco music.

DOMINGO

Hot Chip - Extremamente original. Não sei quem mais faz esse tipo de música, moderna, percussiva, rica, orgânica. Acho que os discos não fazem justiça à apresentação deles - não tinha reparado na quantidade de camadas que compunha cada canção, nem na potência de suas batidas. Imagino como seria em um club, com um público realmente entrosado. E o novo material soa incrível e ainda mais inovador - viaja de Devo a crunk.

Björk - Surpreendentemente acessível. Ela respeitou o seu repertório, tocando várias do Homogenic (meu disco favorito dela). Vários momentos bonitos, como em Pagan Poetry, e poderosos, como em Army of Me. O circo todo no palco é bem legal, com o coral, a reactable, a teia, o figurino...

Juliette & the Licks - Sei que é lugar-comum, mas parecia uma atriz encenando o papel de uma rockstar. As caras e bocas, as frases, as poses, o som... Não há um pingo de originalidade no rock 1-2-3-4 de garagem da banda, especialmente datado quando contraposto às duas apresentações anteriores.

Arctic Monkeys - Show profissional e um tanto frio. Muitos hits, tocados de forma rápida e seca. Talvez o falatório das músicas não funcione tão bem ao vivo, e acabe por revelar uma ligeira anemia na parte instrumental da banda. Sei lá. Não me empolgou.

The Killers - Muita pompa, uma cafonice kitsch mais do que intencional, um caso de amor com o drama. Os Killers desfilam hits da música pop contemporânea, com a confiança de uma banda de estádio, sem a necessidade de poupá-los para um bis. Qual é a propriedade de suas músicas que as torna tão assimiláveis? Conhecia todas, e nem sabia disso.

o desastre do tim festival 2007

Parece perseguição, mas é decepção. Este foi o pior Tim Festival da história. Nunca foi tão caro, nunca foi tão desorganizado, nunca fomos tão desrespeitados. Do início ao fim! Um festival tão considerado e prestigiado não pode cometer tantas gafes absurdas.

Domingo, no Anhembi, teve de tudo: vi briga, de socos mesmo, e ninguém veio separar - só parou quando um dos caras resolveu ir embora; ouvi relatos de assalto; já não tinha papel higiênico no banheiro, logo no começo (é o mínimo que deveria ter com o ingresso a R$ 200,00); acabaram a cerveja - que depois foi reposta - e, mais para frente, TODAS as bebidas (refrigerante, cerveja, água). Mas isso não era um problema, né? O atendente, que tinha culpa de nada, disse que poderia me dar um copo de água da torneira, se eu quisesse. O problema foi resolvido, de novo, depois de um tempo.

O som do Anhembi, como sempre, estava um lixo. No começo estava baixo, depois aumentaram, mas ficou tudo embolado.

Nós perdemos o show do Spank Rock graças à fila na entrada. Entramos no exato momento em que o Hot Chip subiu ao palco. O começo da apresentação foi bem enérgico. Em menos de meia hora de música, os caras deixaram o palco e demoraram 20 minutos para voltar. Li em alguns lugares que houve uma pane no sistema de distribuição do som. A organização desmentiu e disse que era uma pausa programada pela banda, o que eu, particularmente, duvido. A volta não foi tão empolgante, o público parecia nem saber quem estava no palco, até eles tocarem Over and Over.

Depois de uma hora de intervalo, a Bjork entrou no palco. O show foi um prato cheio para quem gosta. A islandesa não ficou só nas faixas do seu último disco Volta, e tocou sons aclamados como Hunter, Pagan Poetry, Army of Me e Hunter. Eu estaria muito mais feliz se estivesse vendo o show sentada.

Mais um tempão para desmontar todo o aparato da Bjork, e foi a vez da Juliette and The Licks se apresentar. O show é bem fraquinho. Mas ela tem carisma.

Quando o Arctic Monkeys entrou, o público se animou, mesmo com todo o atraso. Foi um show bem básico, sem muita conversa. Tocaram todos as músicas importantes e saíram do palco depois de, mais ou menos, uma hora.

Mais um intervalo de uma hora. Lá pelas 4h, depois de vaias do público devido à demora para começar o show, o Killers apareceu em meio a luzes de natal e árvores. Os caras não perderam tempo. Sabiam que se ficassem enrolando perderiam o público. Não deu outra. Mandaram uma sequência de hits que eu nunca vi igual. Sem enrolação! Nem fizeram o bis programado. Tocaram todas as faixas sem parar.

Apesar de tudo, acho que os verdadeiros fãs das bandas terminaram satisfeitos, mesmo saindo de lá depois das 5h da manhã e tendo que levantar cedo (ou nem dormir) para trabalhar no dia seguinte. Fico imaginando quem veio de outra cidade e tinha um vôo ou ônibus para pegar.

Espero que no ano que vem a organização pense em tudo isso que foi o Tim Festival 2007 e mostre um pouco mais de respeito a quem mais participa do festival: o público.

29 de outubro de 2007

vídeos do tim festival

Depois a gente fala sobre o show que rolou ontem, no Anhembi.

Spank Rock - São Paulo*


Hot Chip - São Paulo*


Bjork - São Paulo*


Juliette and The Licks - São Paulo*


Arctic Monkeys - Rio de Janeiro


The Killers - Rio de Janeiro


* Vídeos tirados do site IG.

27 de outubro de 2007

qual é o joga - domingo 28/10

Anhembi - Tim Festival (recomendado)
Entrada: R$ 200,00; R$ 400,00 (VIP) // 18:30
Av. Olavo Fontoura, 1209 - Santana





Show: Joe Lovano Nonet, Joey DeFrancesco trio e convidado especial Bobby Hutcherson, Cecil Taylor e Conrad Herwig's Latin Side
Entrada: R$ 120,00 // 20h30
Av. Pedro Álvares Cabral S/N, Parque do Ibirapuera

Vegas - Orgástica
Show: Impostora // DJ: Click, Gabriel Rocha,Tchiello K, Kid Vinil e Bobby
Entrada: R$ 15,00 // Lista: R$ 10,00
Rua Augusta, 765 - Consolação // Tel: (11) 3231-3705

Aloca - Grind
DJ: André Pomba e convidados
Entrada: R$ 25,00 // Flyer: R$ 20,00
Rua Frei Caneca, 916 // Tel: (11) 3159.8889

2 de outubro de 2007

mais ingressos esgotados no tim

Mais um show do Tim Festival já está com os ingressos esgotados. Desta vez, quem não garantiu a sua entrada para o show do Killers e Juliette & the Licks, que rola no dia 27/10, no Rio de Janeiro, vai ficar de fora.

O Killers ainda se apresenta em Curitiba, no dia 31/10, e em São Paulo, no dia 28/10, ao lado da Juliette & the Licks.

Lembrando que os shows da Cat Power, Antony and the Johnsons e Toni Platão, no dia 25/10 e Feist, Katia B e Cibelle, no dia 27/10, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, também estão com os ingressos esgotados.

11 de setembro de 2007

juliette lewis não vê a hora de tocar no brasil

A Juliette Lewis, que se apresenta no Tim Festival com a sua banda The Licks, disse que está muito ansiosa para vir ao Brasil.

Ela falou que quer vir para cá desde que formou a banda, há quatro anos, graças à propaganda feita por ninguém mais, ninguém menos do que o Dave Grohl. O vocal do Foo Fighters contou para ela que o Brasil tinha sido o lugar em que ele mais gostou de tocar.

Será que ela vem com essa roupinha aí?

29 de agosto de 2007

tim festival revela preços

Já foram divulgados os preços dos ingressos para o Tim Festival. Se preparem que lá vem batelada.

Apesar dos valores já terem sido revelados, ainda não foi confirmada uma data para começar a venda dos ingressos.


São Paulo - Auditório Ibirapuera


25/10 (quinta-feira), 20h30
R$ 120
Toni Platão / Cat Power and the Dirty Delta Blues / Antony and the Johnsons

26/10 (sexta-feira), 20h30 R$ 120
Eldar / Roberta Gambarini Quartet / Sylvain Luc Quartet / Stepano Di Battista Quartet

27/10 (sábado), 20h30 R$ 120
Katia B / Cibelle / Feist

28/10 (domingo), 20h30 R$ 120
Joe Lovano Nonet / Joey DeFrancesco Trio e convidado especial Bobby Hutcherson / Cecil Taylor / Conrad Herwig’s Latin Side Band

29/10 (segunda-feira), 20h30 R$ 120
Winona, com Craig Armstrong e Scott Fraser / cirKus com Neneh Cherry

São Paulo - Arena Skol Anhembi

28/10 (domingo), 18h30 R$ 200 / R$ 400 (área vip)
Spank Rock // Hot Chip // Björk // Juliette and the Licks // Arctic Monkeys // The Killers

São Paulo - The Week

26/10 (sexta-feira), 23h R$ 60 (antecipado) / R$ 80 (na hora)
Girl Talk // Count of Monte Cristal (Hervé) & Sinden //Daniel Haaksman // Lindstrøm // Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo

Rio de Janeiro - Marina da Glória

26/10 (sexta-feira)

Jazz US (20h) R$ 140
Joe Lovano Nonet/ Joey DeFrancesco Trio e convidado especial Bobby Hutcherson/ Cecil Taylor/ Conrad Herwig’s Latin Side Band

Tim Volta (20h) R$ 180
Antony and the Johnsons / Björk

Novas Divas (22h30) R$ 100
Katia B / Cibelle / Feist / Cat Power and Dirty Delta Blues

Novo Rock UK (01h do dia 27/10) R$ 180
Hot Chip / Arctic Monkeys

Novo Rock BR (01h do dia 27/10) R$ 40
Vanguart / Montage / Del Rey

27/10 (sábado)

Euro Jazz (20h) R$ 140
Eldar/ Roberta Gambarini Quartet/ Sylvain Luc Quartet/ Stepano Di Battista Quartet

Novo Rock US (20h) R$ 180
Juliette and The Licks / The Killers

Tim Cool (22h30) R$ 100
Projeto Axial / Winona, com Craig Armstrong e Scott Fraser / cirKus com Neneh Cherry

Tim Festa - Tim na Pista (01h do dia 28/10) R$ 60
Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo / MOO / Guab

Tim Festa - Tim Disco House (01h do dia 28/10) R$ 60
Lindstrøm / Toktok

Tim Festa - Funk Mundial (01h do dia 28/10) R$ 60
MC Gringo / Daniel Haaksman / DJ Sandrinho / Count of Monte Cristal (Hervé) & Sinden / Diplo / DJ Marlboro

Tim Festa - Tim Mash Up (01h do dia 28/10) R$ 60
Spank Rock / Girl Talk

Vitória - Teatro UFES

27/10 (sábado), 20h30 R$ 60
Paulo Moura e Samba Latada // Joe Lovano Nonet

28/10 (domingo), 20h30 R$ 60
Feist // cirKus com Neneh Cherry

29/10 (segunda-feira), 20h30 R$ 60
Eldar // Roberta Gambarini Quartet

Curitiba - Pedreira Paulo Leminski

31/10 (quarta-feira) R$ 60
Hot Chip // Björk // Arctic Monkeys // The Killers