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5 de novembro de 2007

cat power e antony and the johnsons no tim festival

A gente ficou devendo uma resenha do show da Cat Power (foto) e do Antony and the Johnsons, no Tim Festival, em São Paulo. Aí vai um texto feito pelo nosso querido colega Felipe Gutierrez:

Em 2001, quando a Cat Power veio para o Brasil, o show foi muito ruim. Era ela sozinha com uma guitarra no palco – ela quase não se mexia e reclamou que o piso era emborrachado e que não dava para marcar o ritmo com o pé. Deu microfonia por mais da metade da apresentação e ela estava bem deprimida. A única coisa legal era que ela começava uma música e parava no meio. Daí dizia que tinha mudado de idéia, ia tocar outra. Numa hora ela perguntou para a platéia se alguém lá gostava de Spaceman 3. E fez um cover deles.

Em 2007, quando ela veio para cá pela segunda vez, o show foi pior ainda. A banda dela imita a banda que acompanhava o Neil Young no começo dos anos 70. A Chan Marshal não ficou parada, dançava e ia de um lado para o outro meio dobrada. Ela se mexia de um jeito meio patético. Uma amiga minha batizou a movimentação de “dancinha da dor no fígado”. Pertinente. Eles fizeram um monte de covers – até das próprias canções da própria Cat Power, que ficaram irreconhecíveis para pior.

Para ser bem sincero, não gosto dessa fase “clean” e “de bem com a vida” dela. Acho que ela deveria voltar a se drogar e fazer discos bonitos.

Mas daí veio o show do Antony. Não sou grande fã dele. Acho meio exagerado, meio melodramático. Mas a apresentação foi linda.

O Antony é piadista no palco. Num intervalo entre canções ele resolveu apresentar a banda. Começou a falar do violinista. Daí disse: “aconteceu uma coisa com o fulano hoje. Mas eu não vou contar. Conto? Tá bom. Ele entrou num quarto errado no hotel e viu oito brasileiros, todos pelados, com pintos dessa grossura (fez gesto com a mão), alguns deles com uma semi ereção. Mas ele estava muito cansado da viagem, então foi para o quarto dele, tomou banho e dormiu”. Na verdade, não lembro bem se era isso, mas era algo próximo disso.

As músicas foram quase todas do último disco. Ficaram super bonitas ao vivo. Bem fiéis à gravação. Ele ainda cantou Velvet Underground (uma música do “king” Lou Reed, segundo Antony) e aquela disco I Will Survive. Só que essa foi só até a metade. Quando ele parou, disse: “só temos até essa parte, o resto a gente ainda precisa arranjar”. Sensacional. Ah, e ele repetiu o único acerto da Chan Marshal em 2001 – começava uma música e parava antes do fim, dizia que não estava acertando e trocava de canção, sem pudor de parecer nervoso.

31 de outubro de 2007

TIMganaram - mais um capítulo

Bem legal esse post que saiu no Ilustrada no Pop, com duas pessoas apontando os problemas do TIM Festival, uma resposta oficial da Duetto, que organiza o evento, e uma turba deixando clara a sua frustração nos comentários.

Basicamente, a história da Duetto é a seguinte:

1) A chuva do sábado à tarde impediu a montagem do palco de Björk e atrasou as passagens de som dela e do Killers.
2) Durante o show do Hot Chip, a central de distribuição de força do som foi desligada por seu sistema de alarme (possivelmente em decorrência da chuva no dia anterior).
3) A desmontagem do show de Björk, planejada para durar apenas 30 minutos, estendeu-se por quase 70, porque seu diretor de palco machucou a mão no Rio e precisou ser operado em caráter de emergência.
4) Os inesperados atrasos aumentaram a demanda por comida e bebida, esgotando o estoque disponível no bar 4.

Sobraram muitos pontos sem nó nessa resposta, porém concordo que a chuva deve ter sido um belo problema para a produção. Mas não deixa de ser mirabolante o desencadeamento de percalços mencionado acima - lembra até o roteiro do maravilhoso Fargo, não? Mas essa comédia de erros não teve graça alguma para o público presente.

TIMganaram - o que estão falando



Para entender a idéia do TIMganaram?, dê uma olhada aqui. Basicamente, queremos compilar a opinião coletiva de quem foi ao TIM Festival e ficou estarrecido com a (falta de) organização do evento. Sem média ou eufemismos, diferente de como boa parte da imprensa tratou do assunto.

Abaixo, alguns links de blogueiros que foram ao mesmo show que eu... A incrível Flávia Durante dispôs-se a enviar todo esse material à assessoria de imprensa do evento, exigindo um posição da organização sobre o ocorrido.

Se tiver algo a falar, comente; se tiver escrito algo em seu blog, envie o link. Vamos fazer barulho.

azar o seu, querida
disco de platina
truísmo
cansei do cristo
síncope
fabilipo suxxx!
with lasers
c´est hypercool!
calmantes com champagne
ilustrada no pop
blue bus
try a little tenderness
comunidade oficial do TIM Festival no orkut
comunidade TIMganaram? no orkut
phenomena summertime swa delux

30 de outubro de 2007

TIMganaram?

É impressão minha ou a turminha da imprensa pegou leve com o TIM Festival? A desorganização foi gritante, mas mal vejo críticas. Será que rolou um rabo preso com o anunciante? Porque, para mim, com meu ingresso de pista, o festival de horrores que ocorreu lá foi longe de ser tão insignificante: falta de fichas e bebidas, brigas, assaltos, problemas técnicos, o estacionamento de R$20, a produção rala no Anhembi, e, claro, o inaceitável atraso, que deve ter causado prejuízo ao PIB de São Paulo na segunda-feira, e potencial esquizofrenia a quem passou 5 horas à toa, sentado no concreto sujo, entre os shows.

Sério, alguém aí concorda com a minha opinião? Não devíamos falar alguma coisa, já que a imprensa não cumpriu com o seu papel de cobrança? Pagamos caro por um evento calamitoso, e parece que ninguém se importa com isso. Alguém aí também foi ao TIM Festival e tem algo a dizer? Comente ou mande um e-mail para dominodromo@gmail.com com sua opinião ou link para um post do seu blog. Tentaremos publicar uma colagem dessa opinião coletiva aqui, com os devidos créditos, claro.

Prometeram um festival sem fronteiras e TIMganaram? Então vamos botar a boca no trombone e mandar um recado à organização do evento.

* Atualização: criamos também uma comunidade no orkut. Participem!

um balanço (musical) do tim festival 2007

Visto que os problemas de produção do TIM Festival foram muito bem-descritos por Karen Kopitar, falarei estritamente sobre a parte musical do evento:

SEXTA

Girl Talk - Empolgante. As festas daqui tinham que ser mais assim, DJ e público trocando energia, chegando à catarse coletiva que presenciei por lá. Para dar uma idéia da empolgação do sujeito, seu laptop estava envolto por plástico, para evitar os danos do suor torrencial que caía de seu rosto. Os momentos de rock ou pop cafona eram sempre os que mais me empolgavam - como um riff pode ser icônico, não? A dança era constante, mas os braços iam para o alto nessas horas, especificamente, a cada colagem-surpresa, engatilhando novas ondas de empolgação na platéia.

Lindström - Foi mágico. Sim, dá para ser dançante sem excessos, cacofonia, artifícios baratos. Pena que muita gente não entendeu isso; deviam preferir sirenes à elegância e beleza minimalista do produtor norueguês, e acabaram por deixar de dançar porque a batida não era tão óbvia aos ouvidos. Mas ela estava lá, sim, junto às pequenas melodias, as ascensões e quedas, ao persistente groove, formando uma espécie atmosférica e atemporal de disco music.

DOMINGO

Hot Chip - Extremamente original. Não sei quem mais faz esse tipo de música, moderna, percussiva, rica, orgânica. Acho que os discos não fazem justiça à apresentação deles - não tinha reparado na quantidade de camadas que compunha cada canção, nem na potência de suas batidas. Imagino como seria em um club, com um público realmente entrosado. E o novo material soa incrível e ainda mais inovador - viaja de Devo a crunk.

Björk - Surpreendentemente acessível. Ela respeitou o seu repertório, tocando várias do Homogenic (meu disco favorito dela). Vários momentos bonitos, como em Pagan Poetry, e poderosos, como em Army of Me. O circo todo no palco é bem legal, com o coral, a reactable, a teia, o figurino...

Juliette & the Licks - Sei que é lugar-comum, mas parecia uma atriz encenando o papel de uma rockstar. As caras e bocas, as frases, as poses, o som... Não há um pingo de originalidade no rock 1-2-3-4 de garagem da banda, especialmente datado quando contraposto às duas apresentações anteriores.

Arctic Monkeys - Show profissional e um tanto frio. Muitos hits, tocados de forma rápida e seca. Talvez o falatório das músicas não funcione tão bem ao vivo, e acabe por revelar uma ligeira anemia na parte instrumental da banda. Sei lá. Não me empolgou.

The Killers - Muita pompa, uma cafonice kitsch mais do que intencional, um caso de amor com o drama. Os Killers desfilam hits da música pop contemporânea, com a confiança de uma banda de estádio, sem a necessidade de poupá-los para um bis. Qual é a propriedade de suas músicas que as torna tão assimiláveis? Conhecia todas, e nem sabia disso.

o desastre do tim festival 2007

Parece perseguição, mas é decepção. Este foi o pior Tim Festival da história. Nunca foi tão caro, nunca foi tão desorganizado, nunca fomos tão desrespeitados. Do início ao fim! Um festival tão considerado e prestigiado não pode cometer tantas gafes absurdas.

Domingo, no Anhembi, teve de tudo: vi briga, de socos mesmo, e ninguém veio separar - só parou quando um dos caras resolveu ir embora; ouvi relatos de assalto; já não tinha papel higiênico no banheiro, logo no começo (é o mínimo que deveria ter com o ingresso a R$ 200,00); acabaram a cerveja - que depois foi reposta - e, mais para frente, TODAS as bebidas (refrigerante, cerveja, água). Mas isso não era um problema, né? O atendente, que tinha culpa de nada, disse que poderia me dar um copo de água da torneira, se eu quisesse. O problema foi resolvido, de novo, depois de um tempo.

O som do Anhembi, como sempre, estava um lixo. No começo estava baixo, depois aumentaram, mas ficou tudo embolado.

Nós perdemos o show do Spank Rock graças à fila na entrada. Entramos no exato momento em que o Hot Chip subiu ao palco. O começo da apresentação foi bem enérgico. Em menos de meia hora de música, os caras deixaram o palco e demoraram 20 minutos para voltar. Li em alguns lugares que houve uma pane no sistema de distribuição do som. A organização desmentiu e disse que era uma pausa programada pela banda, o que eu, particularmente, duvido. A volta não foi tão empolgante, o público parecia nem saber quem estava no palco, até eles tocarem Over and Over.

Depois de uma hora de intervalo, a Bjork entrou no palco. O show foi um prato cheio para quem gosta. A islandesa não ficou só nas faixas do seu último disco Volta, e tocou sons aclamados como Hunter, Pagan Poetry, Army of Me e Hunter. Eu estaria muito mais feliz se estivesse vendo o show sentada.

Mais um tempão para desmontar todo o aparato da Bjork, e foi a vez da Juliette and The Licks se apresentar. O show é bem fraquinho. Mas ela tem carisma.

Quando o Arctic Monkeys entrou, o público se animou, mesmo com todo o atraso. Foi um show bem básico, sem muita conversa. Tocaram todos as músicas importantes e saíram do palco depois de, mais ou menos, uma hora.

Mais um intervalo de uma hora. Lá pelas 4h, depois de vaias do público devido à demora para começar o show, o Killers apareceu em meio a luzes de natal e árvores. Os caras não perderam tempo. Sabiam que se ficassem enrolando perderiam o público. Não deu outra. Mandaram uma sequência de hits que eu nunca vi igual. Sem enrolação! Nem fizeram o bis programado. Tocaram todas as faixas sem parar.

Apesar de tudo, acho que os verdadeiros fãs das bandas terminaram satisfeitos, mesmo saindo de lá depois das 5h da manhã e tendo que levantar cedo (ou nem dormir) para trabalhar no dia seguinte. Fico imaginando quem veio de outra cidade e tinha um vôo ou ônibus para pegar.

Espero que no ano que vem a organização pense em tudo isso que foi o Tim Festival 2007 e mostre um pouco mais de respeito a quem mais participa do festival: o público.

29 de outubro de 2007

vídeos do tim festival

Depois a gente fala sobre o show que rolou ontem, no Anhembi.

Spank Rock - São Paulo*


Hot Chip - São Paulo*


Bjork - São Paulo*


Juliette and The Licks - São Paulo*


Arctic Monkeys - Rio de Janeiro


The Killers - Rio de Janeiro


* Vídeos tirados do site IG.

qual é o joga - segunda 29/10

D-Edge - On The Rocks
DJ: Keyla e Kênia, Carol e Isadora e Pomada e Fabrício Miranda
Entrada: R$ 20,00 // Lista: R$ 15,00 // 24h
Alameda Olga, 170 - Barra Funda // Tel: (11) 3667-8334/ 3666-9022

Auditório do Ibirapuera - Tim Festival
Show: Winona feat. Craig Armstrong and Scott Fraser e CirKus com Neneh Cherry
Entrada: R$ 120,00 // 20h30
Av. Pedro Álvares Cabral S/N, Parque do Ibirapuera

e não é que ele teve coragem?

O que foi o show do Girl Talk, sexta-feira, na The Week??? O cara, realmente, superou as minhas expectativas. Ao contrário das outras atrações da noite, ele se apresentou no mesmo nível do público, e não em cima do palco.

Gregg Gills pulou, dançou, mordeu a camiseta, abraçou quem estava por perto, e tocou uma seleção divertidíssima de músicas. O Dominódromo foi respingado pelo suor dele e até abraçado.

Ele tocou, dentre outros, Gwen Stefani, Missy Elliott, Daft Punk, Weezer, Peter, Bjorn and John e Smashing Pumpkins. E no final, largou a "cabine" de DJ e se enfiou no meio do público para cantar uma versão bizarra de Scentless Apprentice, do Nirvana.

Foi a melhor apresentação de música "eletrônica" que eu já vi na vida, e olha que eu não sou grande fã do gênero. Daqui a pouco, a gente conta aqui sobre o Lindström e o resto do Tim Festival.

Olha aí embaixo como foi o Girl Talk.




27 de outubro de 2007

qual é o joga - domingo 28/10

Anhembi - Tim Festival (recomendado)
Entrada: R$ 200,00; R$ 400,00 (VIP) // 18:30
Av. Olavo Fontoura, 1209 - Santana





Show: Joe Lovano Nonet, Joey DeFrancesco trio e convidado especial Bobby Hutcherson, Cecil Taylor e Conrad Herwig's Latin Side
Entrada: R$ 120,00 // 20h30
Av. Pedro Álvares Cabral S/N, Parque do Ibirapuera

Vegas - Orgástica
Show: Impostora // DJ: Click, Gabriel Rocha,Tchiello K, Kid Vinil e Bobby
Entrada: R$ 15,00 // Lista: R$ 10,00
Rua Augusta, 765 - Consolação // Tel: (11) 3231-3705

Aloca - Grind
DJ: André Pomba e convidados
Entrada: R$ 25,00 // Flyer: R$ 20,00
Rua Frei Caneca, 916 // Tel: (11) 3159.8889

especial tim festival - feist

Uma homenagem "póstuma" já que ela não vem :(

26 de outubro de 2007

precisa ser tão difícil?

Acabei de passar por mais uma experiência desagradável por causa do Tim Festival. Já não basta ser difícil comprar, também tem que ser difícil receber o dinheiro de volta.

Acabei de chagar do Shopping Eldorado. Fui pedir o reembolso do meu ingresso para a Feist. Quando cheguei lá, a atendente da Ticketmaster me informou que eu teria que preencher uma solicitação para receber o dinheiro através de depósito bancário. Claro que eu disse que não aceitaria, já que paguei tudo à vista e na hora. No mínimo, gostaria de receber em dinheiro na mesma hora.

O problema é que a "organização" do festival, ou a Ticketmaster, não sei quem é o verdadeiro culpado, não tinha disponibilizado dinheiro vivo para reembolsar as pessoas. Não havia dinheiro em caixa. Eu teria que esperar entrar este dinheiro, ou seja, esperar alguém efetuar alguma compra em espécie, ou ir para outro ponto de venda, para receber o que eu tinha direito.

Moral da história: a atendente, que não tinha culpa de nada, foi até o caixa eletrônico e me deu o dinheiro do próprio bolso.

É o fim da picada o Tim Festival, "o maior festival do Brasil", ser tão amador em alguns pontos. É uma falta de respeito! Como se já não bastasse o cancelamento do show (o que não foi culpa da Tim), que, por acaso, era o que eu mais fazia questão de ver, ainda passo por isso.

vídeos tim festival - cat power e antony and the johnsons

Aí vai um pouquinho do que rolou ontem, em São Paulo, na primeira noite do Tim Festival.

Cat Power - The Greatest


Cat Power - Don´t Explain


Antony and the Johnsons - My Lady Story


* Vídeos tirados do IG.

especial tim festival - hot chip

25 de outubro de 2007

especial tim festival - bjork

feist cancela show no tim festival (atualizado)

Acordei tão bem hoje, que achei que nada poderia estragar o meu dia, até abrir o Ilustrada no Pop, e descobrir que a Feist não vem mais para o Tim Festival. O motivo? Uma labirintite.

Se a coisa se confirmar, para mim, esse vai ser o show mais dolorido de perder até hoje. Fiquei com o coração partido.

A Cat Power vai substituir a Feist nos shows de São Paulo e Vitória, e o Antony and the Johnsons no Rio de Janeiro.

Quem quiser receber o dinheiro do ingresso de volta, é só ir até o ponto de venda onde comprou a entrada. Quem efetuou a compra pela internet pode fazer o pedido pelo próprio site da Ticketmaster.

Mas fiquem espertos! A solicitação de reembolso só pode ser feita até o dia do show, na hora da abertura dos portões.

24 de outubro de 2007

especial tim festival - girl talk

Sempre que o Girl Talk toca em algum clube menor lá fora é assim. Ele fica no meio da galera. Olha o que virou essa festinha de ano novo. Agora vamos ter que ver se o cara vai ter coragem de fazer isso aqui, né?

23 de outubro de 2007

especial tim festival - cat power

Como eu já falei aqui, ontem, vamos colocar um vídeo por dia, até o final da semana, de algum artista que vai tocar no Tim Festival. A escolhida de hoje é a senhorita Cat Power.

22 de outubro de 2007

vocalista do arctic monkeys em projeto paralelo

Vem aí mais uma super-banda. Alex Turner (foto), vocalista do Arctic Monkeys, se juntou a Miles Kane, ex-guitarrista do Little Flames, e James Ford, do Simian Mobile Disco, para formar uma nova banda que ainda não tem nome.

Com isso, dá para pensar que vai demorar para ouvirmos qualquer material deles, né? Mas não é nada disso. Os caras já acabaram de gravar o seu primeiro disco. Faltam apenas alguns detalhes para o CD, que ainda não tem data de lançamento prevista, ficar pronto.

E enquanto não conhecemos o projeto paralelo do Alex Turner, aí vai um vídeo ao vivo do Arctic Monkeys, que toca no Tim Festival, no próximo final de semana. Durante a semana, vamos colocar aqui um vídeo por dia de algum artista do festival, só para dar uma idéia do que vem pela frente.