31 de janeiro de 2011
13 de abril de 2010
Tá todo mundo nas telonas: Robert Pattinson, Kurt Cobain, Peaches, Feist, Tiga, Arcade Fire, Kaiser Chiefs, No Age e Florence and The Machine.
* Durante a última semana, surgiram boatos de que Robert Pattinson já estaria escalado para fazer o papel de Kurt Cobain no filme inspirado na biografia Heavier Than Heaven.
Para a felicidade de alguns fãs do Nirvana, que odiaram a notícia, um representante da Courtney Love, que é co-produtora do longa, negou tudo.
* Agora no começo do ano, foi filmado o longa independente Ivory Tower, que conta com vários músicos no seu casting. O filme mostra a história de dois irmãos muito competitivos (Tiga e Chilly Gonzales), que são jogadores de xadrez e formam um triângulo amoroso com uma mulher chamada Marsha, interpretada pela Peaches.
Além deles, o filme ainda conta com a participação da Feist, que por sinal já foi roommate da Peaches na vida real. Aí embaixo tem uma entrevistinha que a ArtStars fez com a Peaches no set de filmagem.
* E falando na Feist, ela também fez uma participação em um dos filminhos da Exclaim! TV, chamado The Adventures of Spaghetti Cowboy. O curta conta a história do Spaghetti Cowboy, que fica forte quando come espaguetti enlatado.
A Feist interpreta o terrível El Bandido, arquirrival do personagem principal. Para assistir, é só clicar aqui.
* O diretor Spike Jonze está trabalhando em um projeto secreto com o Arcade Fire. As únicas informações confirmadas sobre o curta é que ele vai ser filmado em Austin, no Texas, e falará sobre amizade.
Dá para ter certeza de que vem coisa boa por aí!
* Quem também descolou um papel no cinema foi o vocalista do Kaiser Chiefs, Ricky Wilson. Ele vai participar do último filme da série Harry Potter, Harry Potter And The Deathly Hallows.
Segundo o The Sun, o cara está se divertindo pacas, já que é um grande fã da franquia. Ele fica passeando pelo set de filmagem, de olho em tudo o que acontece.
* O No Age fez uma trilha sonora especial para o curta Aenteni, dirigido por Todd Cole. Se além de assistir o filminho, você também quiser baixar a trilha, é só clicar aqui.
* A Florence Welch deu uma entrevista para a NME dizendo que há uma possibilidade de a trilha sonora do próximo filme da saga Twilight contar com uma música da Florence and The Machine.
Apesar das conversas sobre o assunto estarem rolando, o martelo ainda não foi batido.
21 de dezembro de 2009
Made In Paraguay #28: Cortez the Killer (Neil Young) por Bradford Cox, No Age e Jim Jarmusch
Bradford Cox (Deerhunter, Atlas Sound), Randy Randall (No Age) e o diretor Jim Jarmusch tocando Cortez the Killer, do Neil Young, em um quarto de hotel, durante o festival ATP.
29 de outubro de 2009
5 de agosto de 2009
veja vídeo do no age, deerhunter e dan deacon tocando juntos na no deachunter tour
Hoje apareceu na internet um gostinho do que rolou por lá: um vídeo com as três bandas tocando juntas a faixa Cryptograms, do Deerhunter. Ficou incrível!
8 de junho de 2009
veja como foi o popload gig (primeira noite)
Eu estava louca para ver o show do Holger, porque só tinha visto uma apresentação acústica deles na Neu!, que não serviu para representar como é a banda ao vivo. Infelizmente, por um conflito de horários, a gente perdeu quase que o show inteiro. Só pegamos as últimas 4 músicas, incluindo uma nova, que encerrou a apresentação. Se alguém souber o nome dela, depois me fala, por favor?
O Matt and Kim são verdadeiros motivadores, aquelas pessoas que te animam, te jogam pra frente, e te colocam pra cima. Eles poderiam, facilmente, trabalhar como personal trainers. Aliás, aposto que eles levantam às 7h e fazem ginástica, mesmo tendo feito um show na noite anterior.
Eu gostava de uma música ou outra da dupla, mas nada que me empolgasse muito. Isso mudou depois do show de sábado, eu saí totalmente apaixonada por aqueles dois. Fizeram uma performance incrível, cheia de energia e simpatia. A pena foi não ter CD e nem vinil deles para vender - eu compraria, com certeza.
(No Age, por Fernando Araújo)
Não dá para imaginar o show do No Age em um mega-festival. São apenas dois sujeitos, guitarra e bateria, tocando suas músicas. Para quem não presta atenção, o show ficou nisso mesmo: mais uma bandinha barulhenta de rock. Mas existe muito mais substância no som, uma espécie de guitar-pop experimental, cheio de efeitos, sons nunca ouvidos, contração e explosão.
Abertura do show com Every Artist Needs A Tragedy + Here Should Be My Home
A estética e o espírito deles são de garagem, mas há uma preocupação maior em evitar os “quatro acordes, misture e repita”. Presenciar essa confecção em processo, apenas duas pessoas criando um universo sônico cheio de detalhes e nuances, foi espetacular. O som da Clash não estava bom (era praticamente impossível de se ouvir a voz), mas talvez isso tenha vindo para o bem. O vocal deles, em boa parte dos casos, é um “porém” no caminho das guitarras. E que guitarras! Eraser, Teen Creeps, Sleeper Hold: todas estiveram lá, em plena glória, para a apatia de muitos, e o êxtase dos poucos que ainda se comovem com um bom fuzz.
Infelizmente, por forças maiores, a gente não conseguiu ir no show do The View e o Mickey Gang. Vai ficar para a próxima!